terça-feira, 3 de abril de 2007

Literatura





As quatros mãos

Amar é faísca, é sal...
Amar é vicio
É necessidade do mEu ser
Amar é esquecer, libertar-se
Amar é se perder com os giros da Terra
É sonhar de um jeito diferente, ir contra o vento
Amar é doce que se insiste em deixar na boca
É se perder no dia, voltar a ser criança
Amar é esquecer de mim e não querer lembra
Amar é fugir da própria sombra
É unir-se a outra alma
Amar é drogar-se de paixão e não encontrar a cura
Amar é ir e vir e não encontrar o
FIM.

4 comentários:

Eduardo Scudeler disse...

Anaaa..
Confessa que a vontade de amar te persegue.
Confessa que isso faz de ti poeta.
Assume que as idéias se atrapalham,
E precisa então da mão companheira.
Precisa da faísca em seu carvão.
Necessita do sangue, para então
Desembramar as idéias e cnstruir teu tecido.
Anjos são amigos que te levam num vôo fácil...
E amigos são anjos.

Amo vc, nossas risadas, seu rosto marcado de dOOOrmir, seu jeito atirado, sua meiguice quando escapa..
Ei mew..conta sempre comigo!
Sempre..Bjão!

Luis Gustavo disse...

ana!!

ainda bem q a preguiça perdeu..

viu como é facil??

continue ..
e num tenho nem oq fala pra vc ne!

t amoo so
bjao

Geruza Zelnys disse...

Anaaaaaaaa!
o que eu posso falar depois desses comentários aí de cima?
Bem-vinda ao nosso cantinho virtual, aqui vc pode dizer: não fui eu! foi o meu-lírico q inventou de ser assim...
gosto de vc e ponto, não sei como nem porque, um dia pluft e vc me conquistou!
bjo
G.

Miriã disse...

anaaaaaaaaaa bananaaaaaaaaaaa
meuuuu ate q enfimm
mais depois disso tbm ne..
fala serioo
fico lindo seu poema...
amar nem sempre eh facil...
as vezes se ama e as vezes se eh amado...
o duro eh fazer com q as duas coisas aconteçam ao mesmo tempo...
bjaooo xuxuzinhaaaa